No galho de fronte
Há um ninho pequeno
Tramado com amor
Forrado com feno
É uma casa triste,
Jamais habitada
Nunca houve aurora
Em sua sacada!
Lá vejo um berço
Que nunca embalou.
Vazio como a alma
De quem atirou!
De José Alberto Lopes®
dez-16
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