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domingo, 25 de dezembro de 2016

O Ninho Vazio



No galho de fronte
Há um ninho pequeno
Tramado com amor
Forrado com feno

É uma casa triste,
Jamais habitada
Nunca houve aurora
Em sua sacada!

Lá vejo um berço
Que nunca embalou.
Vazio como a alma
De quem atirou!


De José Alberto Lopes®
dez-16

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